Tirinha de Semana

outubro 6, 2008

Do Cyanide e Happinness Traduzidos, é claro.

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Fantasmas do passado: Fat Family

outubro 6, 2008

Não é porque eu sou gordo que eu vou chegar aqui e defender essa trupe familiar que surgiu na segunda metade dos anos 90 assassinando Shy Guy da Diana King com a sua Jeito Sexy.

“Oh Baby!
Dance, dance, dance
Vem mexendo assim
Não pare, pare, pare
Com seu jeitinho
Sexy, sexy, sexy”

Eles só esquecem de dizer que esse dance, dance, dance só se refere ao pescoço. Num tempo em que o funk carioca tava na moda com a dança da bundinha, dança da cabeça e afins, os paulistas do Fat Family surgiram com a dança do pescoço.

“No meu ouvido
Fala, me fala
Me fala-me…”

O que é o bom português, não é, minha gente? “Me fala-me”. Incrível.

Fora isso, o repertório deles se resumia a cantar Oh Happy Day e Killing Me Softly no programa do Faustão. E apesar de chegada em peso na mídia (ahn, ahn), logo caíram no ostracismo e sumiram (o que, considerando o tamanho da rapaziada, era difícil).

Mas também, quer o que? Olha só a foto acima. Saca o naipe das figuras. Falando no vocabulário deles, “se fuderam-se”.

Esquecidos pela mídia, mas lembrados pelo Vida Ordinária. Só que com certeza não foi pelo jeitinho sexy.

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E quando a gente voltar, vamos rever a Fergie brasileira e sua banda de pagode de apoio: Adryana e a Rapaziada!


Smorsa Criminal

outubro 4, 2008

Sensacional: uma morsa dançando Smooth Criminal, do Michael Jackson.

Dica da Natasha.


Fantasmas do passado: Pepê e Neném

outubro 3, 2008

Pepê e Neném surgiram como uma dupla de irmãs de faziam embromation de hits pops internacionais.

Até que alguém achou o astral e o suíngue delas legal e resolveu bancar a gravação de um CD e transformá-las numa espécie de versão feminina do Claudinho & Buchecha.

E é aí que eu digo, pra que dar dinheiro pra uma pessoa dessas, que não sabem como gastar.

Elas tiveram 3 semi-hits. O primeiro foi Mania de Você. Não, não era uma versão do sucesso da Rita Lee, e sim uma cançãozinha pop bem esquecível (o que é o oposto do chiclete, intenção de qualquer pop).

“Olhos nos olhos
(Olhos nos olhos!)
Boca na boca
(Boca na boca!)
Que coisa louca
A gente rolar outra vez”

Depois veio Fim de Tarde, que era até um pouco mais pegajosa. Puxava prum lado mais romântico.

“Perdi você
Não tente entender
Ainda te amo”

E a letra era basicamente só isso (ok, tinha mais coisa, mas elas repetiam esses 3 versos umas  quatrocentas vezes).

E por último a maior heresia: Nada Me Faz Esquecer. Simplesmente uma versão (que merecia vaga no Top 5 de Subversões Brasileiras) de Wild World, do Cat Stevens (pra mim uma das 5 melhores canções de todos os tempos).

“Uh! Baby Baby, nada!
Me faz esquecer
Da nossa história
Uh! Baby Baby, nada!
Apaga você
Da minha memória…”

Nada apaga o cara da memória delas. Mas o tempo veio e o ostracismo voltou para a simpática e extrovertida dupla de irmãos, que foi apagada da memória dos brasileiros.

Até que veio o Vida Ordinária e as resgatou.

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No nosso próximo mergulho ao obscuro mundo das semi-celebridades que sumiram da mídia, visitaremos aquele grupo familiar que fez fama ao dançar apenas com o pescoço: Fat Family!


Magneto estava certo (partes 16, 17, 18, 19, 20, 21, 22 e 23)

setembro 29, 2008

Relembrando a explicação dessa seção:

Magneto é a favor da extinção humana. Nos acha uma espécie inferior, um bando de merdas imbecis que merecem a morte imediata. Eu geralmente discordo dele, até por pertencer a essa espécie. Mas em alguns casos, a estupidez humana supera os limites aceitáveis e eu não tenho como negar: Magneto estava certo.

Hoje um vídeo com um pacotão de nada menos que oito imbecis.

Via Caixa Pretta.


Fantasmas do passado: Vinny

setembro 29, 2008

A inteção original dessa coluna seria fazer uma espécie de Por Onde Anda, mas no fim acabei achando que isso seria chato, já que parte dos retratados a gente até pode saber eventualmente que fim levou. Mas o que eu quero mesmo é falar dessas figuras bizarras que por algum tempo foram bem presentes no mundo da música, TV e cinema, mesmo sem serem necessariamente bons (aliás, devo mostrar justamente a galera que era tosca mesmo) e que, tão rápido quanto invadiram a mídia, sumiram dela.

O primeiro é o Vinny. O cara já era uma figura meio estranha para um pretenso popstar. Era branquelo, com aquele cabelo descolorido, meio desengonçado. E estourou com um hit que não fazia o menor sentido. Para começar, por que raios “Heloísa, mexe a cadeira” tem esse nome? Em nenhum momento a letra cita a tal da Heloísa!

Mas vamos analisar ponto a ponto a letra.

“Mexe a cadeira
e bota na beira da sala
Mexe a cadeira
agora bem na minha cara”

Ok, a letra tem um claro duplo sentido. A questão é que em nenhuma das duas vias ele funciona muito bem. Como nesse caso. Se ele está falando de cadeira-bunda, por que a Heloísa (supondo que ela é a quem ele se direciona) deveria botar a bunda na beira da sala? E se for cadeira-cadeira, por que alguém pediria a outra pessoa para mexer a cadeira bem na sua cara?

“Mexe a cadeira da maneira que te tara
Mexe a cadeira
e perde a vergonha na cara”

Nesse caso, é óbvio que ele fala de cadeira-bunda, mas quando a pessoa mexe sua própria bunda, é supostamente para tarar alguém que está te vendo, e não a si mesmo.

“E vem, vai, vem ,vai”

Preciso mesmo falar desse trecho?

“Move your body, don’t stop
Move your body, don’t stop”

Tinha mesmo que enfiar uns em inglês? A música já não estava cafajeste o suficiente antes?

Vamos adiantar mais um pouco…

“Mexe a cadeira, hey
Bota pra danar, hey
Trepa na mesa, hey”

Bota pra danar?? WTF? Se bem que a parte do trepa na mesa é legal.

“Give it up, give it up, give it up”

Desista, desista. Afinal, ele quer que ela mexa a cadeira e diz pra ela desistir. Desistir de que? De resistir à mexer a cadeira? Então era um estupro?

“Mexe a cadeira
Sabe tudo e nada fala
Mexe a cadeira
E vai fazendo a minha mala”

Ok, agora quem desiste sou eu. Desisto de tentar entender o Vinny.

O mais bizarro é que pouco depois ele teve a “honra” de criar o tema pra Tiazinha. Que era basicamente o “Heloísa, mexe a cadeira” com letra nova.

“Ei, TIazinha, mexe essa bundinha e vem!”

Podem conferir, é igual o background.

E depois ele caiu no ostracismo (na verdade ele ainda teve uma música que eu até gostava bastante, mas ele sumiu tanto que nem lembro mais qual era).

Hoje não sei por onde ele anda (ok, sei sim, porque ele tem um blog – mas alguém ouviu esse acústico dele?). Vinny, dica de amigo (ok, não sou seu amigo, mas você parece ser um cara gente fina): vai procurar um emprego, porque teu tempo já passou. Tenta virar bancário, lojista, cover da Xuxa, sei lá.

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Na próxima edição vamos relembrar outro ícone da música do fim dos anos 90 que também veio e sumiu num instante. Uma dupla que anda apagada da nossa memória, mas que o Vida Ordinária vai trazer de volta: Pepê e Neném!


Tirinha de Semana

setembro 25, 2008

Não é bem uma tirinha, mas é genial…

Via Sedentário e Hiperativo.